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Cartas dos Pacientes

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Leia abaixo alguns depoimentos que traduzem os sorrisos dos nossos clientes.

Iolanda Camillo – Janeiro de 2014
Agradecimento ao especialíssimo
Dr Rafael kowalski

Há muitos anos, sofrendo com próteses feitas de materiais pesados e incômodos (devido a uma queda de escada), fui informada através da prima Marlene, paciente do então Dr Rafael kowalski, especialista em implantodontia, sobre a eficiência e seriedade do seu Trabalho.
Fui operada várias vezes das gengivas e os dentes inferiores foram presos uns nos outros devido o desgaste da gengiva.
Graças a um método moderno, usado pelo jovem Dr. Rafael, não precisei mais usar aqueles ganchos visíveis.
Hoje me sinto outra pessoa! Faço questão de abrir a boca e mostrar minha moderna prótese e sorrir, o que há muito tempo não o fazia.
Agradeço de todo coração ao Dr Rafael kowalski pela sabedoria e competência.
Continue crescendo cada vez mais. Que a luz divina do nosso Pai-Maior-Deus se faça presente em todos os momentos.
Osculo suas mãos divinas.
Um abraço fraterno da paciente e amiga Iolanda.
Profissional responsável pela formação e aprovação em concursos públicos dos Taquígrafos com melhores classificações nos Tribunais e Congresso Nacional, (Câmara e Senado), da Capital Federal.

Iolanda Camillo – Janeiro de 2014

Inez Colvero – Dezembro 2013
Rafael

Caminhei… Caminhei… te encontrei!
Daí só sorriso, sorriso e mais sorriso!

Obrigada, Rafael!
Você é um vencedor!

Inez Colvero – Dezembro de 2013

Almerinda Suze – 8 de Março de 2013

Um sorriso que viajou 40 anos

Nasci em 1954, filha de uma família numerosa, mais precisamente 10 irmãos, sei que minha mãe usou muita medicação na minha gestação, em virtude de uma história anterior de lutos, e depois do meu nascimento, vivi uma longa e seqüencial história clinica de varias doenças, entre elas hipertensão; má circulação (trombose venosa por 3 vezes -1989 e 2001), aneurisma cerebral congênito e hereditário (03 avc -1984), hepatite(2008), púrpura trombocitopenica idiopática (2003), depressão, alergias, fraturas,  e logo muita alopatia. Então, não sei se este seria o motivo de uma dentição um tanto frágil. Ainda vivi numa época em que só se visitava o dentista após muitas horas de dor de dente, caries enormes e somente com o objetivo de extração dentária.  Integrante de uma família pobre, somente tínhamos acesso ao serviço público de saúde, no caso, o conhecido “Sandú”, onde um dentista plantonista passava horas numa maratona de extrações consecutivas. Quando comecei o ginásio, em torno dos 12 anos, já não tinha sequer um molar inferior. Aos 18 anos  com o primeiro emprego, destinei a maior parte do pequeno salário mensal, ao pagamento de um dentista particular, pois estava prestes a perder os 04 dentes incisivos superiores. O dentista mais conhecido da cidade, tinha uma agenda cheia, e, em função dos materiais dentários serem de custo elevado, ele costumava improvisar os consertos com a substituição do material que tivesse disponível. Dessa forma, me comunicou que teríamos de colocar pinos e encapar os dentes pois estes não segurariam as respectivas restaurações. Então, ele usou um disco para cortar a cabeça de alguns pregos nº 8, que foram colocados como pinos. Com os 4 dentes refeitos e algumas outras restaurações, o tratamento foi concluído. Em torno de um a dois anos depois, os problemas eram sérios, recorrendo a outro profissional, soube que os canais desses dentes, e outros supostamente tratados, não tinham sido tratados, o que resultou em muita dor, febre, inflamação, e outras coisas. Depois de tratados os 04 da frente e perdidos outros, parecia que o problema estava resolvido, no entanto logo as raízes começaram a quebrar e as cirurgias para extrações das mesmas, inevitáveis. Então veio a primeira prótese da minha vida. Sim. nesta região era impossível evitar, pois com a ausência dos inferiores já convivia a anos. Passei os próximos anos da minha vida indo de um a outro profissional, sempre buscando paliativos para melhorar a dentição.

Em 1975, apaixonada, casei, e ouvi inúmeras humilhações do Sr. meu marido com relação a meus dentes, uma tristeza  que se pode ver nas fotos do casamento.  Em 1977 nasceu meu filho, um lindo prematuro que distraiu a minha atenção por alguns anos e em 1981 nasceu a menina tão desejada, e, logo em seguida envelhecida, cuidando das crianças e da faculdade perdi o marido para uma  jovem mais disponível. Em 1986 casei outra vez, agora com um parceiro  12 anos mais velho, também com dentaduras, e disposto a ajudar-me com as crianças.  Nunca fiz fotos sorrindo e além disso, em 1988, num trabalho da escola, alusiva ao dia das mães, onde os alunos deveriam descrever varias características de suas mães, minha filha primogênita escreveu que não sabia como era o sorriso de sua mãe. Chamada pela professora que comentou o fato, ela, ao me olhar compreendeu que eu tinha vergonha de meus dentes.

Em 1989 tive mais uma filha, continuava trabalhando muito e foi nessa época que cursei mestrado.  Em 2003 por ocasião da mudança da filha mais velha para Manaus onde foi trabalhar numa clinica dentaria, acirram-se nossas preocupações com a saúde oral da família. Em 2007, a minha caçula com dentição perfeita, cuidada desde bebe,, apresentou sérios problemas com o nascimento inadequado dos dentes pré molares, e, por decisão da irmã patrocinadora, fez implante de dois dentes. Confesso que isso foi pra mim uma experiência traumatizante, amenizada pelas orientações carinhosas de uma grande amiga ortodontista.

Apesar de nunca ter deixado de procurar ajuda para meus problemas dentários,  parecia que todas as alternativas logo fracassavam. Minha história levou-me a trabalhar arduamente para manter a saúde bucal de meus filhos, logo, sobrava muito pouco para cuidar da minha boca.

Fiz varias próteses móveis bem caras, mas que quebravam sempre e ainda danificavam os poucos dentes naturais que ainda tinha. As próteses inferiores, desisti de tentar, não tinha suporte, nem gengiva, nem qualidade.

Em 2006, já aposentada por invalidez, fiz um plano de saúde que me proporcionou atendimento dentário mais acessível.  Pelo Cauzzo fiz algumas restaurações e em 2008 precisei recorrer ao especialista para colar pela “milessiva” vez  a dita prótese.

Notavelmente chocado com o trabalho que tinha nas mãos, o cirurgião dentista Rafael Kowalski, disse que não fazia parte de sua pratica esse tipo de “remendo”, “quebra galho”, sei lá como chamou, Mas senti segurança no seu discurso,  tomei coragem e decidi fazer tudo outra vez. Confiei naquele profissional e me arrisquei a fazer as duas próteses que milagrosamente deram certo e eu até voltei a sorrir um pouco.

Mas o Dr. Kowalski não foi muito otimista, após alguns exames clínicos e radiológicos ele não sabia por quanto tempo o trabalho se manteria em virtude da grande retração da gengiva, pelos muitos anos sem dentes e em alguma situação até perda óssea na extração.

Em 2008 começamos a cogitar a possibilidade de fazermos alguns implantes, no entanto além de eu não ter condições financeiras, ainda seriam necessários muitos enxertos ósseos e as alternativas propostas me pareceram assustadoras: a primeira seria retirarmos osso da minha “bacia”, que segundo algumas leituras que fiz, correria o risco de ficar com o andar cambaleante; a segunda hipótese seria de retirarmos uma lamina de osso da cabeça (calota craniana), e, essa não me pareceu tão absurda pois já passei por uma craniotomia em  1984 após 03 AVC hemorrágico para clipar um aneurisma, e me recuperei muito bem. Mas essa possibilidade dependia de um deslocamento de mais de 1000 km para cirurgia no Hospital de clinicas em São Paulo e de toda uma burocracia de tramitação. Ainda com muito receio, fomos amadurecendo a idéia e felizmente com o aprofundamento dos estudos do Dr. Rafael Kowalski e particularmente por ocasião do curso de Mestrado na São Leopoldo Mandic em Campinas, SP, novas técnicas surgiram.

Agora com a possibilidade de se usar osso bovino, tudo ficou mais fácil, pois também soube que fora usado farelo de osso suíno para colar meu cérebro por ocasião da cirurgia, e foi um sucesso, assim acreditava  que não teria problema de rejeição.

Agendamos para inicio de 2012 as primeiras negociações. Meu dentista concordou em fazer o trabalho em etapas e financiar a longo prazo. Assim começamos todos os exames pré operatórios, para em março começarmos uma seqüência de seis cirurgias para enxerto ósseo.

Na seqüência foram realizados 07 implantes dentários, e ontem atingimos o sucesso com a conclusão da colocação de 11 dentes nessa boca até agora tão aleijada.

Hoje, 8 de Março de 2013, Dia internacional da mulher, tive o prazer de oferecer ao mundo um sorriso completo e limpo, depois de 40 anos guardado, abdiquei definitivamente aquelas benditas próteses com seus ganchos metálicos.

Tomei um delicioso café sem medo de quebrar um dente simplesmente por morder um pão. Liguei pro meus filhos e compartilhei a vitoria. Gostaria de comemorar. Deixei de comprar um carro pra investir na minha saúde bucal, mas valeu a pena, mesmo que eu viva somente um curto tempo nesta nova situação, alem do prazer que me proporcionou, acredito que esse carma esta vencido e nas próximas existências estarei com uma dentição perfeita.

Parabéns Dr. Rafael Kowalski, pela coragem de aceitar o desafio, pela competência do trabalho caprichoso e por devolver a auto-estima, alegria de viver e a saúde a essa paciente tão complicada.

Almerinda Suze – 8 de Março de 2013

Jair de Almeida Pontes e Rosemeire Jacobini – Bauru – 6 de agosto de 2007
Aos Doutores:

“Ao Dr. Rafael kowalski e Dr. Wellington do Couto, Professor e Doutor, equipe que sempre estiveram por perto do seu paciente Jair de Almeida Pontes, dedicando-lhe carinho, transmitindo-lhe confiança e acima de tudo Esperança, pois quando chegamos até Vocês, confesso que de tanto galgarmos muitos locais de tratamento e não conseguirmos resultados positivo, estávamos cansados, porém encontramos VOCÊS que com muita dedicação disseram: “O seu problema tem jeito”, acendendo uma Luz muito grande no final do túnel”.

Foi uma luta árdua, pois às vezes esse paciente chegou a pensar e dizer: “acho que vou desistir de tudo”, porém existe um ser supremo, superior chamado “DEUS” que nunca nos abandona, estando sempre conosco, nos dando força para pensar: “Calma” é assim mesmo, lembre-se do que a Equipe de Bauru diz: “Calma”, Paciência, é por etapa, e tudo dará certo”.

Em breve você estará com dentes colocados, e seu sonho se realizará…

Bom, após toda essa luta desde 03/10/2005 até 06/08/2007, finalmente chegou o grande dia. Parece até mentira, mas finalmente meu sonho realizado.

Pensamos em dar a cada um de vocês algo material (pequena lembrança), porém oque seria??? Após muito pensarmos chegamos a conclusão que não existe nada mais gratificante do que essa coisa material, transmitir nessas linhas nossa gratidão, o nosso muito Deus lhe pague. Que o supremo Deus Continue fazendo de vocês, instrumento que levam alegria a tantas pessoas, instrumento que levam esperança através de suas mãos que com certeza foram especialmente escolhidos pelo Pai do Céu para trabalhar em função do próximo.

Talvez vocês não tenham ideia da proporção do trabalho tão maravilhoso que vocês ofereceram ao Jair, esposa, e todos os entes queridos que também torceram por “ele”.

Nunca nos esqueceremos de lhes colocar em nossas orações, e quem sabe um dia, nesse mundo tão imenso, porém às vezes tão pequeno, não nos encontraremos e possamos fazer a vocês, com prazer, algo que estiver ao nosso alcance. Quem sabe não é?

Bom, mais uma vez, com toda gratidão do mundo, Deus lhe pague e lhes proteja.

Nunca se esqueçam também de nós.

Carinho grande do Jair de Almeida Pontes e sua esposa Rosemeire Jacobini.
Um abraço e um beijo em seu coração”.

Jair de Almeida Pontes e Rosemeire Jacobini – Bauru – 6 de agosto de 2007

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